Fundado em julho de 2004 no bairro de Perus, periferia no extremo noroeste da cidade de São Paulo, o Grupo Pandora de Teatro desenvolve, a mais de 20 anos, trabalho contínuo de pesquisa e criação, fortalecendo parcerias com polos culturais e artistas da região. Com intensa produção artística, o Grupo Pandora aborda em suas criações temáticas pertinentes à história do Bairro de Perus e do Brasil, suas injustiças sociais e suas problemáticas, através de uma invenção poética que exalta a força da teatralidade.
MONTAGENS:
Histórico:
“O Senhor Puntilla e seu Criado Matti” criação coletiva a partir do texto de Bertold Brecht (2004); “A Igreja do Diabo” adaptação do texto homônimo de Machado de Assis (2005); “Tietê, Tietê” criação coletiva a partir do texto de Alcides Nogueira (2006); “Jesus-Homem” de Plinio Marcos, direção de Lucas Vitorino (2006); “A Revolta dos Perus” criação coletiva sobre a história do bairro de Perus (2007); “Canibais Vegetarianos Devoram Planta Carnívora” criação coletiva com dramaturgia de Vince Vinnus e direção de Lucas Vitorino (2012); “Relicário de Concreto” criação coletiva com dramaturgia de Vince Vinnus e direção de Lucas Vitorino (2013); “Jesus-Homem” criação coletiva inspirada no original de Plínio Marcos, direção de Lucas Vitorino (2015); “Ricardo III não terá lugar ou cenas da vida de Meierhold” texto de Matéi Visniec e direção de Lucas Vitorino (2015); “Nomes para Furacões” (2017), “COMUM” (2018), os espetáculos online “Onde os Neandertais vão para Morrer” (2020), “Autoestrada para Damasco” (2020) e “Jardim Vertical” (2021) com texto e direção de Lucas Vitorino, “Nina e a cidade que perdeu o vento” (2022) com dramaturgia criada coletivamente e direção de Lucas Vitorino e “Devastação Hécuba” criada em colaboração com participantes da 3ª edição do Curso de Teatro Pandora (2024).
O Grupo Pandora promoveu a realização de dez edições do festival “Ato Artístico Coletivo Perus” em 2012, 2014, 2015, 2018, 2019, 2021, 2022, 2024 e 2025 trata-se de evento artístico realizado em vários locais do bairro de Perus, que contou com mais de 150 artistas envolvidos em cada edição, em prol do fomento a cultura no bairro.
PUBLICAÇÕES
“Canibais Vegetarianos Devoram Planta Carnivora” em 2012;
“Efêmero Concreto – Trajetória do Grupo Pandora de Teatro” em 2016;
“COMUM” em 2019;
“Dramatugias I” em 2022
Em 2021 o coletivo promoveu a “Mostra: Memória e Território” que contou com a exibição de três curtas-metragens criados pelo Grupo Pandora de Teatro durante o período de isolamento social: “VÃO”, “COMUM: Relatos do processo de criação” e “Uma Conversa com Sr. Tião”. Um material audiovisual abordando histórias do bairro de Perus. Assista aos curtas-metragens agora:
Desde Fevereiro/2016 ocupa um espaço ocioso que estava abandonado há 6 anos e que nunca havia cumprido função social, propondo a revitalização e ressignificação do mesmo, inaugurando um novo espaço cultural no bairro de Perus: o Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba, onde implantou uma escola popular de teatro e uma biblioteca comunitária.
Atualmente o Grupo dedica-se a realizar apresentações dos espetáculos: “Nina e a cidade que perdeu o vento”, “COMUM” e “Autoestrada para Damasco”. Além de seguir realizando a manutenção da programação do espaço cultural da Ocupação Artística Canhoba em Perus





















